Hatch X Sedan! Qual a diferença?

Chegou a hora de trocar ou comprar um carro para ter maior mobilidade, conforto e liberdade? Este momento requer diversas análises de qual modelo se adaptará para o seu estilo de vida e quais funcionalidades você procura em um automóvel.

Muitos buscam por carros com espaço interno confortável, porta-malas que comporte uma viagem em família e claro, segurança. Dentro desses requisitos é comum achar carros dentro de dois modelos, sendo eles hatch e sedan. Você sabe quais são as diferenças entre essas nomenclaturas? Preste atenção que vamos te explicar agora!

Os dois modelos trazem conforto e segurança ao condutor e passageiros, mas sua principal diferença está no comprimento do veículo. Os sedans são conhecidos por terem sua parte traseira mais alongada, já os hatchs possui sua traseira mais compacta.

Dentro do modelo sedan, existem algumas categorias conforme seu espaço, sendo elas:

Sedan Compacto: neste tipo de veículo a motorização possui menos potência que os demais, tornando seu preço ainda mais acessível.

Sedan Médio: indicado para as famílias que buscam por conforto, o sedan médio pode ser uma ótima opção, pois conta com mais espaço.

Sedan Grande ou Superior: essa categoria é a mais completa dentro das analisadas, onde se encontram veículos de alto desempenho e um conforto sem tamanho.

Para os modelos de carros hatch também existem categorias:

Hatch Compactos: são os carros mais populares, contando com um preço mais baixo e sendo veículos bem econômicos. Além disso, este modelo conta com menor extensão, sendo mais fácil de manobrar e estacionar.

Hatch Esportivo ou Hatch Médio: essa categoria conta com um pouco mais de espaço em relação a anterior, mas sua principal diferença está no motor, sendo ele mais potente.

Hatch Superior: também chamada de Premium, os hatchs superiores oferecem muito conforto e espaço aos passageiros, além disso a maioria deles possui um design mais esportivo.

Agora que você conhece cada modelo, ficou mais fácil escolher aquele que se adequa ao seu dia a dia? Qual deles melhor se encaixa no seu estilo de vida?

Gasolina Comum x Aditivada: qual escolher?

Se você é daquelas pessoas que fica em dúvida na hora de abastecer, esse texto vai tirar algumas das suas dúvidas. A diferença básica entre os dois tipos de gasolina é que a aditivada recebe um pacote de aditivos detergente/dispersante, que mantém limpo todo o sistema de alimentação do combustível, diferente da comum, que não recebe. Mas fique atento: um carro desacostumado a receber aditivos pode apresentar problemas e um carro com maior potência e performance não reage bem à gasolina comum.

          Antes de qualquer coisa, consulte o manual do proprietário para saber qual é o tipo de gasolina recomendado para o motor do seu carro. Lá você vai encontrar não apenas o tipo do combustível, mas também a octanagem recomendada. Se o seu carro tiver uma potência maior, como é o caso de alguns importados, por exemplo, e receber a gasolina comum, o desempenho do motor não será como o esperado.

          Depois disso, defina onde você vai rodar com o seu carro. Se o destino for os grandes centros, onde o ‘anda e para’ é frequente, segundo a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), o mais indicado é a gasolina aditivada. Já se você vai pegar a estrada para distâncias mais longas, a gasolina comum é aceitável.

          Caso você pense em migrar da gasolina comum para a aditivada, faça essa mudança aos poucos. Alguns carros aceitam a mudança bem, já outros podem apresentar problemas por conta dos aditivos. Então, comece com 10% de aditivada e siga aumentando até chegar a 100%.

          Uma outra opção é a gasolina Premium. O seu principal diferencial é a octanagem mais alta que funciona muito bem nos carros mais potentes. Entretanto, ela pode ser usada em todos os carros, já que traz benefícios ao motor, deixando um baixo nível de depósito, maior desempenho e menor impacto ambiental.

          Agora que você já conhece um pouco mais das opções do mercado, estude seu carro e perceba o que ele precisa. Depois disso, procure um posto de confiança, que não venda gasolina adulterada, já que os danos que ela causa no motor podem causar despesas inesperadas e bem altas. Por fim, é só dar a partida e curtir o caminho sem preocupações.

Manutenção do câmbio automático e principais cuidados

Os carros com câmbio automático chegaram ao mercado há algum tempo e já ganharam o coração de muitos motoristas graças às suas facilidades e ao conforto na hora de dirigir. Porém, a troca desse item é uma das mais caras quando se trata de manutenção. Então, confira algumas dicas para evitar esse custo a mais e aumentar a vida útil do seu câmbio:

– Manutenção

Nas condições perfeitas, esse componente do carro tem vida útil de 100.000km. Porém, dependendo das condições da via e dos cuidados na hora de dirigir, pode diminuir para 70.000km. A melhor forma de conseguir melhorar o desempenho do câmbio automático é fazer a manutenção preventiva, para que reparos possam ser feitos e peças danificadas possam ser substituídas.

– Invista em um líquido de arrefecimento de qualidade

O calor em excesso é um dos principais inimigos do câmbio automático. Nesses carros, além de refrigerar o motor, esse líquido mantém a temperatura das transmissões automáticas. Então, se o motor ferver, o câmbio ferve também.

– Quando realizar a troca do óleo?

Muitos profissionais de mecânica indicam que a troca seja feita a cada 30.000 km rodados para lubrificantes minerais, e a cada 50.000 km rodados para lubrificantes sintéticos. O maior risco quando se trata de óleos são as impurezas que podem ficar rodando no sistema e nos filtros, estragando os componentes do carro, inclusive o câmbio automático. Então faça a troca e não economize nesse quesito. O câmbio automático está na lista de desejados de muitas pessoas, porém, ter um mecânico de confiança que conheça esse sistema é fundamental. Se ficar com alguma dúvida ou perceber alguma anormalidade, não pense duas vezes e ligue para ele, assim você evita gastos muito altos e futuras dores de cabeça.

Quais cuidados devo ter ao dirigir no inverno?

A estação mais fria do ano está chegando e, com ela, alguns cuidados ao pegar a estrada devem ser redobrados, seja para uma simples ida ao mercado ou em algum trajeto mais longo. As estradas ficam mais escorregadias, a visibilidade diminui e o carro pode apresentar mais problemas devido às baixas temperaturas.

            Com alguns cuidados simples e atenção redobrada você terá um inverno seguro e mais tranquilo em relação ao seu carro e á sua segurança. Confira algumas dicas:

– Mantenha a revisão do carro em dia

            Detalhes pequenos podem fazer uma grande diferença nos dias frios. Faça um check-up do carro e verifique se os freios, os limpadores, o sistema de ar quente, o desembaçador e os faróis estão funcionando corretamente. Verifique também o óleo e os demais fluídos do carro e se os pneus estão com a calibragem adequada. E claro, não esqueça da manutenção do ar-condicionado.

– Visibilidade

            No inverno, chuvas e neblina são muito comuns. Com elas, a visibilidade do motorista diminui consideravelmente, exigindo uma atenção redobrada. Diminua a velocidade, dobre a distância do veículo da frente e utilize os faróis, em luz baixa, mesmo durante o dia, eles irão facilitar a sua visão da via.  Se precisar parar, procure um local seguro. Como a visibilidade é menor, os outros motoristas podem não enxergar o seu carro e causar um acidente.

– Aquaplanagem e Subviragem

            O acúmulo de água ou o excesso de umidade na via podem deixar a direção mais pesada e perigosa. No caso da subviragem, as manobras em curvas se tornam mais difíceis graças à menor tração da estrada. Nesse caso, diminua sutilmente e devagar a velocidade e pise delicadamente no freio, mantendo seus reflexos ativos. Já em caso de Aquaplanagem, o risco de derrapagem aumenta, então reduza a velocidade ao passar por poças d’água e procure manter os pneus retos, irá ajudar caso o veículo derrape.

– Conforto do motorista

            Dirigir no inverno pode não ser a situação mais agradável de todas, já que as mãos e os pés ficam gelados e os casacos são pesados. Por isso, procure roupas e calçados mais leves e que te mantenham aquecido. Procure também manter uma temperatura agradável dentro do carro, não aquecendo demais o ambiente. Mantenha uma pequena parte da janela aberta, para que o ar possa circular. Assim, você conseguirá manter a atenção e terá reflexos bons em casos de emergência.

– Verifique as condições do tempo antes de sair

            Conferir a previsão do tempo antes de sair de casa pode evitar acidentes e imprevistos desnecessários. Verifique se você conhece a rota e se existem caminhos alternativos caso precise. Saia apenas para realizar o necessário, principalmente no período noturno e ao amanhecer, quando a neblina é mais densa.

É possível fazer a regulagem dos faróis em casa?

          O farol é o melhor amigo de quem dirige a noite. Porém, muitos motoristas deixam para checar esse recurso apenas quando ele apresenta algum problema mais grave, como quando está queimado, por exemplo. O ideal é que se faça uma verificação periódica no alinhamento das lâmpadas para que a luz ilumine a via corretamente em momentos de baixa luminosidade e não ofusque a visão dos outros motoristas.

          Esse procedimento é simples e pode ser realizado em casa, pelo próprio condutor. Para iniciar a regulagem, posicione o seu carro em uma superfície plana, no período da noite, a uma distância de 3 a 5 metros da parede mais próxima e ligue os faróis apontados para ela. Tanto a luz do lado direito quando a do lado esquerdo devem estar na mesma altura, alinhadas entre si. O ideal é que ambas estejam direcionadas levemente para baixo.

          O próximo passo é medir a altura do farol até o solo. Se ela for de 66 centímetros, vá até a parede e faça uma marcação a 61 centímetros do chão (essa medida corresponde aos 66 centímetros da altura do farol menos os 5 centímetros referentes ao 5 metros de distância do carro até a parede). Feito isso, ligue os faróis e veja se o facho de luz está posicionado sobre a linha, sem sombras ou manchas escuras abaixo ou acima da marcação.

          Se o facho estiver sobre a linha, o farol está corretamente alinhado. Se estiver fora, ligue a luz baixa, levante o capô do veículo e localize os dois parafusos sobre cada farol, um para a regulagem vertical e outro para a horizontal. Com as ferramentas corretas, gire-os até que a posição da luz esteja exatamente sobre a marcação da parede. Caso surja alguma dúvida, procure uma oficina mecânica que eles também farão a regulagem.

          Essa regulagem ajuda a evitar acidentes e também uma multa. Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, trafegar com os faróis desregulados é uma infração grave. Por isso, se durante o seu trajeto existem muitas ruas irregulares e buracos, se foi feita a substituição da suspensão ou de uma lâmpada do veículo recentemente ou se em uma viagem o seu carro esteve muito pesado, faça esse procedimento em casa e evite maiores problemas.  

Quando devo trocar o escapamento do carro?

O escapamento é um acessório importantíssimo para todo veículo motorizado já que, além de reduzir o ruído gerado pelo motor, ele filtra a emissão de gases, garantindo o bom funcionamento do carro. Esse componente é acionado todas as vezes que o carro é ligado, então o seu desgaste é inevitável, surgindo a necessidade de uma manutenção ou da substituição.

          Se a manutenção for deixada de lado, há o aumento no consumo de combustível e, em alguns casos, é configurado como infração de trânsito, gerando multa e pontuação na habilitação. Por isso, fique atento. O escapamento possui uma vida útil de 5 a 10 anos, mas pode apresentar problemas antes disso, devido à oxidação ou ao uso de combustível adulterado.

          Para identificar algum problema logo no início e evitar custos mais elevados, preste atenção em alguns sinais que o seu veículo apresentará. O principal deles é a presença de barulhos muito altos vindos da parte de baixo do carro, que podem indicar que os tubos e ou miolo dos silenciadores estão furados. Outro sinal bem comum é o superaquecimento do assoalho, que aponta uma proximidade incorreta do sistema de escapamento com o chão, alguma corrosão ou alguma peça trincada. Um último sinal, o mais grave de todos e o que indica um desgaste mais avançado, é a trepidação. Ela pode significar problemas nos coxins ou nas borrachas que fazem parte desse sistema.

          Evitar esses problemas é simples. Mantenha a manutenção preventiva do seu veículo e faça uma checagem em casa a cada 3 meses ou a cada 20 mil quilômetros rodados. Uma atenção redobrada deve ser dada se você transita frequentemente por estradas muito esburacas ou se sofreu algum acidente na parte traseira do veículo. Caso o escapamento já tenha apresentado problema, não realize a manutenção por conta própria. Procure uma oficina mecânica especializada para evitar novos problemas. Mantenha sempre o seu carro e os seus componentes em bom estado de funcionamento.

O seu carro ferveu? Saiba o que fazer nesta situação

O superaquecimento, ou popularmente conhecido como a situação do carro ferver, é um problema bem comum e sujeito a todos os veículos que circulam nas vias, principalmente aqueles que ficam parados em congestionamentos e enfrentam diariamente grandes filas.

Estar preparado para este problema é uma das formas de evitar prejuízos maiores e acabar danificando ainda mais o sistema elétrico e mecânico do carro. Para isso, o primeiro passo é manter a revisão e a manutenção preventiva em dia, sempre utilizando e fazendo a troca de materiais que estão em condições ruins e substituindo os aditivos e óleos que compõem as funções do veículo.

Mas, como saber se o seu carro está fervendo? O primeiro sinal é indicado no painel do carro, quando uma luz preventiva amarela é acionada. No pior dos casos o carro elimina vapores do capô, indicando que o superaquecimento se encontra em uma situação mais grave, ou o aviso do painel troca para a cor vermelha.

Uma das formas de evitar este tipo de problema, ou até mesmo reduzir as suas consequências, é manter o líquido de arrefecimento dentro dos níveis indicados, este recurso é responsável por deixar a temperatura ideal no motor e possui uma concentração específica indicada pelo fabricante no manual do veículo.

Mesmo com o líquido de arrefecimento em dia e todos os aditivos recomendados, muitos carros enfrentam o superaquecimento, nestas situações eles são causados por problemas elétricos e mecânicos. Para isso o ideal é levar o veículo em uma oficina especializada o mais rápido possível.

Assim que perceber o superaquecimento você deve parar o veículo em um local seguro e desligar o motor. Para ajudar no resfriamento é indicado abrir o capô, mas cuidado, devido a alta temperatura determinadas áreas podem causar queimaduras se forem tocadas. Antes de realizar qualquer procedimento acione ajuda mecânica, guinchos ou reboque, somente profissionais especializados devem realizar a manutenção no veículo.

Jogar água fria no motor ou permanecer com o carro ligado nessa situação pode comprometer o funcionamento de diversas peças, uma boa dica para drenar o calor do motor é ligar o ar quente do carro. Esta dica pode ser utilizada quando o sinal amarelo for acionado no painel, mas nunca quando o veículo encontra-se em situação de emergência, ou seja quando a luz vermelha estiver acesa.

Uma vez estacionado em um local seguro, chame por ajuda ou espere o resfriamento do motor, que normalmente é de meia hora. Mesmo o carro voltando a funcionar corretamente o ideal é leva-lo para a oficina mais próxima e realizar a manutenção.

4 formas de identificar problemas na embreagem

Apesar da crescente frota de veículos com câmbio automático, o câmbio manual ainda é muito comum e está presente em grande parte dos carros que trafegam diariamente nas estradas. A embreagem é um dos componentes fundamentais do carro e, assim como qualquer outra peça, pode apresentar alguns problemas e alguns sinais de que algo não está certo:

Ruído ao realizar a troca de marchas

          Se, ao realizar a troca de marchar do seu veículo, você perceber algum ruído que fuja à normalidade, procure uma oficina mecânica. Isso é um indicativo de que o conjunto da embreagem está desgastado ou no fim da sua vida útil. A única solução aqui é trocar todo o kit.

Pedal Duro

          Caso haja a necessidade de uma força excessiva para acionar o pedal da embreagem, ele está com problemas. Essa é um das questões mais simples de ser resolvida, onde ocorre apenas a troca do cabo da embreagem. É um indicativo de que a lubrificação não está sendo feita da forma correta ou então que o tempo de uso dela já está chegando ao fim.

Embreagem deslizando

          Esse problema pode ser identificado quando a embreagem é acionada e o pedal não volta, sendo um dos mais comuns nas oficinas mecânicas. Isso significa que o disco da embreagem não consegue mais ser freado devido a algum dano ou excesso de resíduos e fluidos, como óleo e graxa. A melhor opção nesse caso também é fazer a troca completa do kit, evitando problemas e acidentes, principalmente em subidas e descidas.

Embreagem desregulada

          Trocar a marcha se tornou desconfortável por conta da altura do pedal? Isso é um indicativo de outro problema: pedal desregulado. Para um conforto maior, o pedal deve estar sempre em um meio termo, nunca muito embaixo nem muito alto. Procure uma oficina mecânica para fazer a regulagem e encontre a melhor altura para você e para o seu carro.

          A melhor forma de evitar esses problemas é manter a manutenção do veículo em dia e, ao notar qualquer coisa diferente, procurar imediatamente um mecânico de confiança para evitar problemas maiores e mais caros. A sua segurança e das outras pessoas no trânsito depende diretamente do bom funcionamento da embreagem. Fique atento.

Como transportar crianças no carro com segurança?

Imagine a seguinte situação: você precisa transportar seu filho em seu carro todos os dias, porém, ainda não possui uma cadeirinha ou o assento recomendado. Você vai até uma loja que vende esses produtos e se depara com uma gama quase infinita de possibilidade e não faz a menor ideia de qual delas comprar. Essa situação lhe é familiar? Esse texto é para você.

Os modelos disponíveis no mercado atualmente são o bebê conforto, a cadeirinha e o assento de elevação, indicados cada um para uma idade específica. O bebê conforto é recomendado para crianças de até 1 ano de idade ou até atingir os 13kg. Ele deve ser colocado voltado para o vidro traseiro do carro, agregando mais segurança ao transporte do bebê. Já a cadeirinha pode ser colocada de frente para o motorista e deve ser usada por crianças de 1 a 4 anos de idade, pesando até 18kg. Por último, as crianças mais velhas precisam usar o assento de elevação até atingirem 1,45m de altura, com o cinto de segurança em três pontos, geralmente nas laterais do banco traseiro do veículo. Desse momento em diante até ela completar 10 anos, o transporte é feito no banco de trás com o cinto de segurança.

Algumas exceções se aplicam a essas normas, como por exemplo as pick-ups de cabine simples, que não possuem banco traseiro. Nesses casos, o ideal é colocar o dispositivo de retenção, seja ele o bebê conforto, a cadeirinha ou o assento de elevação, no banco da frente, desativar o airbag e posicionar o banco bem para trás, o máximo possível. O mesmo é válido para carros que na parte traseira possuem apenas o cinto subabdominal, o de apenas dois pontos.

Não se esqueça também de sempre procurar por produtos com o selo do INMETRO, eles foram testados e aprovados em testes de segurança, garantindo o cuidado necessário à sua criança, podendo reduzir em até 71% o risco de morte em casa de acidentes, desde que usados da maneira correta. O bebê conforto, a cadeirinha e o assento de elevação são tão importantes para as crianças quanto o cinto de segurança para os adultos.

Revisão Elétrica

A parte elétrica do veículo tem como função alimentar todos os componentes elétricos, fazendo com que eles funcionem da melhor maneira possível e com toda a potência e capacidade que o carro necessita para desempenhar todas as suas funções. Esta parte é composta pela bateria e pelo alternador, além de toda fiação que leva os estímulos e dependentes elétricos, que tem como objetivo levar a informação até as peças responsáveis.

O alternador é uma das peças que necessita atenção, pois é ele que recarrega a bateria, fazendo com que ela funcione da maneira correta e esteja sempre carregada, já que é a parte do veículo responsável por fornecer energia. Mas, e qual a função desse sistema para o veículo? Simples, é o sistema elétrico que faz as outras peças funcionarem, já que praticamente todas necessitam de energia. Sendo assim, se o sistema elétrico do seu carro está em péssimas condições é muito provável que ele não saia do lugar.

Reunimos alguns cuidados e dicas que você deve ter com essas peças, para proteger e aumentar a duração dos componentes deste sistema. Alguns sinais fazem com que o condutor perceba que o sistema elétrico está falhando ou precisando de manutenção, são eles: partida pesada, luzes fracas, rachaduras na bateria, dificuldade de dar a partida. Estes sinais podem ser percebidos durante o dia a dia do condutor.

Sobre a durabilidade deste sistema e das peças que o compõem, depende muito do modelo e do uso do carro, sendo assim difícil estipular um prazo, normalmente a bateria dura até 4 anos, algumas duram menos, dependendo da manutenção, instalação e qualidade. O alternador não possui vida útil, também vai depender dos hábitos de utilização.

Os problemas mais comuns que podem ser encontrados neste sistema são falhas na bateria, quando ela não consegue mais armazenar carga e não fornece mais a carga suficiente para o motor funcionar, além disso, o alternador pode danificar, não levando assim o carregamento para a bateria, o fusível pode queimar ou ter falhas no sistema de ignição ou nas velas, causando assim maiores problemas.

O principal meio de evitar estes problemas é realizar a revisão elétrica no veículo, com este serviço são analisados todos os componentes do sistema elétrico, tanto na bateria, como nas luzes, fios de aterramento, descarga e alternador. Alguns testes podem ser feitos em casa, apenas como uma forma de verificar possíveis falhas, como o teste dos faróis, o ideal é aproximar a traseira do carro em uma parede e, com ele ligado, acender as luzes dos painéis, conferindo assim se todas estão funcionando da maneira correta, como luzes de freio, ré, sinais de trânsito, entre outras.

Para verificar testes de bateria e do alternador o ideal é procurar um profissional da área, ele poderá atestar quais são os defeitos e qual a peça que deve ser trocada ou reparada. Sentiu alguma falha no sistema elétrico do seu veículo? Leve até o profissional de sua confiança e corrija o problema antes de acontecer maior prejuízo.