Quando devo trocar o escapamento do carro?

O escapamento é um acessório importantíssimo para todo veículo motorizado já que, além de reduzir o ruído gerado pelo motor, ele filtra a emissão de gases, garantindo o bom funcionamento do carro. Esse componente é acionado todas as vezes que o carro é ligado, então o seu desgaste é inevitável, surgindo a necessidade de uma manutenção ou da substituição.

          Se a manutenção for deixada de lado, há o aumento no consumo de combustível e, em alguns casos, é configurado como infração de trânsito, gerando multa e pontuação na habilitação. Por isso, fique atento. O escapamento possui uma vida útil de 5 a 10 anos, mas pode apresentar problemas antes disso, devido à oxidação ou ao uso de combustível adulterado.

          Para identificar algum problema logo no início e evitar custos mais elevados, preste atenção em alguns sinais que o seu veículo apresentará. O principal deles é a presença de barulhos muito altos vindos da parte de baixo do carro, que podem indicar que os tubos e ou miolo dos silenciadores estão furados. Outro sinal bem comum é o superaquecimento do assoalho, que aponta uma proximidade incorreta do sistema de escapamento com o chão, alguma corrosão ou alguma peça trincada. Um último sinal, o mais grave de todos e o que indica um desgaste mais avançado, é a trepidação. Ela pode significar problemas nos coxins ou nas borrachas que fazem parte desse sistema.

          Evitar esses problemas é simples. Mantenha a manutenção preventiva do seu veículo e faça uma checagem em casa a cada 3 meses ou a cada 20 mil quilômetros rodados. Uma atenção redobrada deve ser dada se você transita frequentemente por estradas muito esburacas ou se sofreu algum acidente na parte traseira do veículo. Caso o escapamento já tenha apresentado problema, não realize a manutenção por conta própria. Procure uma oficina mecânica especializada para evitar novos problemas. Mantenha sempre o seu carro e os seus componentes em bom estado de funcionamento.

O seu carro ferveu? Saiba o que fazer nesta situação

O superaquecimento, ou popularmente conhecido como a situação do carro ferver, é um problema bem comum e sujeito a todos os veículos que circulam nas vias, principalmente aqueles que ficam parados em congestionamentos e enfrentam diariamente grandes filas.

Estar preparado para este problema é uma das formas de evitar prejuízos maiores e acabar danificando ainda mais o sistema elétrico e mecânico do carro. Para isso, o primeiro passo é manter a revisão e a manutenção preventiva em dia, sempre utilizando e fazendo a troca de materiais que estão em condições ruins e substituindo os aditivos e óleos que compõem as funções do veículo.

Mas, como saber se o seu carro está fervendo? O primeiro sinal é indicado no painel do carro, quando uma luz preventiva amarela é acionada. No pior dos casos o carro elimina vapores do capô, indicando que o superaquecimento se encontra em uma situação mais grave, ou o aviso do painel troca para a cor vermelha.

Uma das formas de evitar este tipo de problema, ou até mesmo reduzir as suas consequências, é manter o líquido de arrefecimento dentro dos níveis indicados, este recurso é responsável por deixar a temperatura ideal no motor e possui uma concentração específica indicada pelo fabricante no manual do veículo.

Mesmo com o líquido de arrefecimento em dia e todos os aditivos recomendados, muitos carros enfrentam o superaquecimento, nestas situações eles são causados por problemas elétricos e mecânicos. Para isso o ideal é levar o veículo em uma oficina especializada o mais rápido possível.

Assim que perceber o superaquecimento você deve parar o veículo em um local seguro e desligar o motor. Para ajudar no resfriamento é indicado abrir o capô, mas cuidado, devido a alta temperatura determinadas áreas podem causar queimaduras se forem tocadas. Antes de realizar qualquer procedimento acione ajuda mecânica, guinchos ou reboque, somente profissionais especializados devem realizar a manutenção no veículo.

Jogar água fria no motor ou permanecer com o carro ligado nessa situação pode comprometer o funcionamento de diversas peças, uma boa dica para drenar o calor do motor é ligar o ar quente do carro. Esta dica pode ser utilizada quando o sinal amarelo for acionado no painel, mas nunca quando o veículo encontra-se em situação de emergência, ou seja quando a luz vermelha estiver acesa.

Uma vez estacionado em um local seguro, chame por ajuda ou espere o resfriamento do motor, que normalmente é de meia hora. Mesmo o carro voltando a funcionar corretamente o ideal é leva-lo para a oficina mais próxima e realizar a manutenção.

Como transportar o seu pet dentro do carro?

Levar o pet junto em passeios em família, viagens ou saídas rápidas ficou muito mais frequente nos últimos anos e já faz parte da rotina diária de muitas pessoas. O transporte desses animaizinhos é permitido, porém requer alguns cuidados especiais que respeitem a legislação de trânsito atual e que garantam a segurança do seu companheiro.

          Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, transportar o animal solto dentro do veículo, seja ele no banco de trás, com as patas ou a cabeça para fora da janela, na carroceira de caminhonetes ou entre os braços e pernas do motorista, é uma prática proibida que pode gerar uma multa e pontuação na habilitação. Além, claro, de todo o risco para o animal e para as outras pessoas no veículo.

          Para evitar qualquer acidente ou incômodos desnecessários durante o passeio, algumas opções de transportes seguros estão disponíveis no mercado. Para escolher o mais adequando, leve em consideração o temperamento do seu pet, se ele se sente bem em ambientes fechados, por exemplo, o tamanho e a disponibilidade de espaço dentro do veículo.

Caixinha de transporte

          Esse é o método mais conhecido e também o mais seguro para o transporte de cachorros e gatos. Facilmente encontradas no mercado, as caixinhas de transporte estão disponíveis em diversos tamanhos e são colocadas no banco do carro, presas ao cinto de segurança, evitando movimentos bruscos em manobras mais rápidas e em curvas.

          O mais importante antes de utilizá-la e acostumar o seu pet ao interior da caixa e se certificar de que há espaço suficiente para ele se movimentar. Para isso, compre-a com antecedência e vá aos poucos inserindo ela na vida do animal, deixando– o por alguns minutos e aumentando gradativamente esse tempo até o dia da viagem.

Cinto de segurança peitoral

          Esse método por ser usado por pets de todos os tamanhos, inclusive os maiores. Ele funciona como uma guia comum, mas que pode ser acoplada ao cinto de segurança do veículo, protegendo o animal de trancos durante o percurso. Além disso, pode representar uma alternativa mais confortável, já que ele não vai ficar preso em um espaço pequeno, como na caixa de transporte, mas vai estar em segurança e não interferirá no motorista.

          Se a sua preocupação for a higiene do banco traseiro, já que muitas vezes os animais soltam pelo, uma indicação é a capa de proteção impermeável que, além de proteger o assento, traz mais conforto para o pet.

Assento Cadeirinha

          A cadeirinha é semelhante a um cesto, indicada para animais pequenos, com até 10kg. É a forma mais confortável de transportar seu pet, já que ele não vai preso dentro da caixa, e proporciona mais visibilidade para ele durante a viagem.

          A cadeirinha fica presa pelo cinto de segurança do veículo e o pet preso dentro dela pela guia.

Grade de segurança

          A grade de segurança é indicada para o transporte de animais maiores e deve ser usado junto com o cinto de segurança. Ela está disponível em diversos tamanhos e modelos e é colocada entre o banco da frente e o de trás, assim o pet não consegue colocar a cabeça para a frente, não interferindo na direção e na atenção do motorista.

          Existem diversos modos de proteger o seu pet durante a viagem, você só precisa escolher qual se adapta melhor às características dele e curtir o passeio. O indicado é sempre manter o carro bem ventilado e com uma temperatura agradável e não alimentar o animal em excesso antes da viagem. Porém, é importante lembrar que alguns animais podem não gostar de passear dentro de carros em movimento. Opte por passeios a pé para evitar o estresse e o desconforto do pet.

4 formas de identificar problemas na embreagem

Apesar da crescente frota de veículos com câmbio automático, o câmbio manual ainda é muito comum e está presente em grande parte dos carros que trafegam diariamente nas estradas. A embreagem é um dos componentes fundamentais do carro e, assim como qualquer outra peça, pode apresentar alguns problemas e alguns sinais de que algo não está certo:

Ruído ao realizar a troca de marchas

          Se, ao realizar a troca de marchar do seu veículo, você perceber algum ruído que fuja à normalidade, procure uma oficina mecânica. Isso é um indicativo de que o conjunto da embreagem está desgastado ou no fim da sua vida útil. A única solução aqui é trocar todo o kit.

Pedal Duro

          Caso haja a necessidade de uma força excessiva para acionar o pedal da embreagem, ele está com problemas. Essa é um das questões mais simples de ser resolvida, onde ocorre apenas a troca do cabo da embreagem. É um indicativo de que a lubrificação não está sendo feita da forma correta ou então que o tempo de uso dela já está chegando ao fim.

Embreagem deslizando

          Esse problema pode ser identificado quando a embreagem é acionada e o pedal não volta, sendo um dos mais comuns nas oficinas mecânicas. Isso significa que o disco da embreagem não consegue mais ser freado devido a algum dano ou excesso de resíduos e fluidos, como óleo e graxa. A melhor opção nesse caso também é fazer a troca completa do kit, evitando problemas e acidentes, principalmente em subidas e descidas.

Embreagem desregulada

          Trocar a marcha se tornou desconfortável por conta da altura do pedal? Isso é um indicativo de outro problema: pedal desregulado. Para um conforto maior, o pedal deve estar sempre em um meio termo, nunca muito embaixo nem muito alto. Procure uma oficina mecânica para fazer a regulagem e encontre a melhor altura para você e para o seu carro.

          A melhor forma de evitar esses problemas é manter a manutenção do veículo em dia e, ao notar qualquer coisa diferente, procurar imediatamente um mecânico de confiança para evitar problemas maiores e mais caros. A sua segurança e das outras pessoas no trânsito depende diretamente do bom funcionamento da embreagem. Fique atento.

Dicas para viajar de carro no verão

Você é daquelas pessoas que vai aproveitar a estação mais quente do ano para viajar e conhecer novos lugares? Viajar de carro no verão necessita alguns cuidados, principalmente para evitar problemas ao condutor, passageiros e para o próprio veículo.

Se o seu carro possui ar condicionado, o ideal é fazer uma revisão em todo este sistema antes de sair de férias, assim como uma limpeza nos filtros, para não passar por perrengues durante o trajeto. Vale lembrar que, mesmo sendo um recurso que proporciona alívio do calor, é importante não abusar. As variações bruscas de temperatura podem ser prejudiciais à saúde, causando resfriados e diversas outras doenças.

Viajar por longos períodos necessita, muitas das vezes, paradas para descanso, alimentação e assistência. Não se esqueça de sempre levar garrafas de água e lanches rápidos e práticos para o trajeto. E não se limite em apenas uma garrafa, o ideal é possuir abastecimento suficiente para o trajeto todo e ao alcance de todos os passageiros.

Já sabe qual horário vai sair de casa? Evite horários de pico onde a circulação de veículos é mais intensa. Diversos aplicativos oferecem informações do tráfego de veículos em determinado trecho, alertando para possíveis trajetos com filas e fazendo você economizar tempo dirigindo. Se a sua viagem for longa, planeje paradas para descanso. Para o motorista, longos períodos de condução tornam-se cansativos, por isso procure a cada 2 ou 3 horas parar para esticar as pernas e se a viagem contar com a presença de crianças é recomendado tirá-las da cadeirinha neste momento.

Viajar de carro no calor é uma tarefa bastante complexa para famílias que contam com crianças, para manter esta atividade mais confortável para todos dê preferência para roupas leves e suaves. Para as crianças que utilizam cadeirinhas é importante que o tecido não seja grosso e quente, já que o próprio equipamento de segurança possui camadas extras de tecidos e proteção, fazendo com que a temperatura de contato seja maior e, consequentemente, causa um desconforto maior.

Agora que você já sabe quais são as principais dicas para enfrentar o verão nas estradas, saia de férias tranquilo e tenha o melhor conforto na hora de conhecer novos destinos!

Como transportar crianças no carro com segurança?

Imagine a seguinte situação: você precisa transportar seu filho em seu carro todos os dias, porém, ainda não possui uma cadeirinha ou o assento recomendado. Você vai até uma loja que vende esses produtos e se depara com uma gama quase infinita de possibilidade e não faz a menor ideia de qual delas comprar. Essa situação lhe é familiar? Esse texto é para você.

Os modelos disponíveis no mercado atualmente são o bebê conforto, a cadeirinha e o assento de elevação, indicados cada um para uma idade específica. O bebê conforto é recomendado para crianças de até 1 ano de idade ou até atingir os 13kg. Ele deve ser colocado voltado para o vidro traseiro do carro, agregando mais segurança ao transporte do bebê. Já a cadeirinha pode ser colocada de frente para o motorista e deve ser usada por crianças de 1 a 4 anos de idade, pesando até 18kg. Por último, as crianças mais velhas precisam usar o assento de elevação até atingirem 1,45m de altura, com o cinto de segurança em três pontos, geralmente nas laterais do banco traseiro do veículo. Desse momento em diante até ela completar 10 anos, o transporte é feito no banco de trás com o cinto de segurança.

Algumas exceções se aplicam a essas normas, como por exemplo as pick-ups de cabine simples, que não possuem banco traseiro. Nesses casos, o ideal é colocar o dispositivo de retenção, seja ele o bebê conforto, a cadeirinha ou o assento de elevação, no banco da frente, desativar o airbag e posicionar o banco bem para trás, o máximo possível. O mesmo é válido para carros que na parte traseira possuem apenas o cinto subabdominal, o de apenas dois pontos.

Não se esqueça também de sempre procurar por produtos com o selo do INMETRO, eles foram testados e aprovados em testes de segurança, garantindo o cuidado necessário à sua criança, podendo reduzir em até 71% o risco de morte em casa de acidentes, desde que usados da maneira correta. O bebê conforto, a cadeirinha e o assento de elevação são tão importantes para as crianças quanto o cinto de segurança para os adultos.

Revisão Elétrica

A parte elétrica do veículo tem como função alimentar todos os componentes elétricos, fazendo com que eles funcionem da melhor maneira possível e com toda a potência e capacidade que o carro necessita para desempenhar todas as suas funções. Esta parte é composta pela bateria e pelo alternador, além de toda fiação que leva os estímulos e dependentes elétricos, que tem como objetivo levar a informação até as peças responsáveis.

O alternador é uma das peças que necessita atenção, pois é ele que recarrega a bateria, fazendo com que ela funcione da maneira correta e esteja sempre carregada, já que é a parte do veículo responsável por fornecer energia. Mas, e qual a função desse sistema para o veículo? Simples, é o sistema elétrico que faz as outras peças funcionarem, já que praticamente todas necessitam de energia. Sendo assim, se o sistema elétrico do seu carro está em péssimas condições é muito provável que ele não saia do lugar.

Reunimos alguns cuidados e dicas que você deve ter com essas peças, para proteger e aumentar a duração dos componentes deste sistema. Alguns sinais fazem com que o condutor perceba que o sistema elétrico está falhando ou precisando de manutenção, são eles: partida pesada, luzes fracas, rachaduras na bateria, dificuldade de dar a partida. Estes sinais podem ser percebidos durante o dia a dia do condutor.

Sobre a durabilidade deste sistema e das peças que o compõem, depende muito do modelo e do uso do carro, sendo assim difícil estipular um prazo, normalmente a bateria dura até 4 anos, algumas duram menos, dependendo da manutenção, instalação e qualidade. O alternador não possui vida útil, também vai depender dos hábitos de utilização.

Os problemas mais comuns que podem ser encontrados neste sistema são falhas na bateria, quando ela não consegue mais armazenar carga e não fornece mais a carga suficiente para o motor funcionar, além disso, o alternador pode danificar, não levando assim o carregamento para a bateria, o fusível pode queimar ou ter falhas no sistema de ignição ou nas velas, causando assim maiores problemas.

O principal meio de evitar estes problemas é realizar a revisão elétrica no veículo, com este serviço são analisados todos os componentes do sistema elétrico, tanto na bateria, como nas luzes, fios de aterramento, descarga e alternador. Alguns testes podem ser feitos em casa, apenas como uma forma de verificar possíveis falhas, como o teste dos faróis, o ideal é aproximar a traseira do carro em uma parede e, com ele ligado, acender as luzes dos painéis, conferindo assim se todas estão funcionando da maneira correta, como luzes de freio, ré, sinais de trânsito, entre outras.

Para verificar testes de bateria e do alternador o ideal é procurar um profissional da área, ele poderá atestar quais são os defeitos e qual a peça que deve ser trocada ou reparada. Sentiu alguma falha no sistema elétrico do seu veículo? Leve até o profissional de sua confiança e corrija o problema antes de acontecer maior prejuízo.

Como dimensionar corretamente a sua garagem?

Ao iniciar a construção de uma casa, uma das dúvidas mais pertinentes é o tamanho ideal para a garagem, já que existem diversos modelos de carros com tamanhos e dimensões diferentes. Há algumas sugestões para esse momento e elas envolvem a quantidade de veículos, a altura, o comprimento e a largura dos mesmos, voltadas para evitar danos na lataria ao abrir e fechar portas e ao circular pelo interior da garagem.
         

Primeiramente é preciso que você analise seu carro, qual é o modelo? É um carro mini, comum ou uma picape? Você pretende trocar esse carro logo? O modelo será o mesmo ou um pouco maior, mais encorpado? Respondida essas perguntas, vamos às medidas:
         

Porta da garagem:

A função de uma porta é óbvia: sair através dela com o seu veículo. Porém, se calculada de maneira errada, pode se tornar uma dor de cabeça para o motorista todas as vezes que for sair de casa. Para a porta, encontre a seguinte medida do seu carro: a largura incluindo os espelhos retrovisores. Caso seu carro possua a função de dobrar esses espelhos, verifique se eles dobram facilmente ou não e qual é a medida com eles nessa posição. Tendo essas medidas, você já possui a largura mínima da sua porta. O mesmo é válido para a altura, verifique todos os detalhes, se seu carro possui ou não racks e se você pretende entrar com objetos em cima dele na garagem.
         

Parte interna:          

Ao entrar na garagem, precisamos conseguir sair de dentro do carro. Para que isso possa ser feito com conforto, o ideal é que a distância entre carro e a parede seja de 6cm a 76 cm. Então, para essa parte, você precisa medir o comprimento e a largura do seu veículo. Para garagens duplas ou triplas, leve em consideração o espaço entre os carros, a posição em que eles irão ficar e, novamente, o espaço necessário para abrir as portas e ou o porta-malas.

Quando pensamos na altura de uma garagem, elas geralmente são um pouco menores que os demais cômodos, mas leve em consideração a utilidade da sua garagem: ela será apenas para os carros ou irá ser também um espaço de armazenamento? Se esse for o seu caso, leve em consideração armários, suportes e todo o resto que você poderá precisar.

Para aumentar ainda mais a sua facilidade, alguns sites de montadoras oferecem tabelas com as medidas de seus carros ou então, você pode consultar o manual e verificar se elas estão lá. Dessa forma, sua garagem se tornará útil e facilitará muito mais o seu deslocamento diário, além de não danificar seu veículo. Sempre opte por deixar um espaço extra, nunca escolha reduzir medidas antes de ter todas as dimensões necessárias.

Danos de andar com o carro na reserva

O seu carro chegou na reserva, mas você ainda não foi abastecer? Será que esta prática de continuar rodando, mesmo com pouco combustível, traz alguma consequência para o veículo? É isso que nós vamos te explicar no post de hoje.

Muitos motoristas possuem o hábito de deixar o carro chegar ao nível de reserva para então abastecer, muitas vezes pelo fato dos postos de combustível contarem com grandes filas, ou por terem pouco tempo para realizar esta atividade. A quantidade da reserva do veículo é muito relativa, esta variação se diz pelo fato do modelo do carro ou da montadora, mas o comum encontrado é de 5 à 8 litros. Muitos pensam que a reserva se encontra em um tanque extra, mas não, ela é apenas uma porcentagem do próprio tanque do carro que quando alcançada a quantidade determinada faz um aviso aparecer no painel.

Como não é certa a porcentagem de combustível que ainda resta no tanque, fica difícil calcular qual a quilometragem que o veículo ainda consegue percorrer após o sinal de alerta ser emitido, por isso a reserva deve ser utilizada apenas para casos emergenciais, o recomendado é sempre procurar o posto mais próximo e parar para abastecer.

Os danos de transitar com o carro na reserva vão muito além de ficar sem combustível, vale lembrar que a pane seca, como é chamada quando o veículo para de andar devido à falta, é regulamentada como infração de trânsito pelo Código de Trânsito Brasileiro, podendo gerar multa para o condutor, com aplicação de pontos na carteira e remoção do veículo do local. Além disso, a prática de andar na reserva traz dados materiais, a bomba de combustível é uma das principais afetadas, pois ela é responsável por alimentar o motor, e utiliza o próprio líquido como meio de resfriamento. Se o tanque se encontra vazio, ou com pouco recurso, pode ser que o resfriamento não seja feito corretamente, provocando o superaquecimento das suas funções.

Outro ponto que devemos analisar é que as impurezas do combustível sofrem o processo de decantação, com isso toda a sujeira encontrada no líquido é acumulada no fundo do tanque, com a falta deste recurso a bomba de combustível pode levar ao motor sujeira e impurezas, provocando assim falhas tanto na bomba, como consequentemente no motor do veículo.

Quer evitar todo este prejuízo e não sofrer com a falta de combustível? O recomendado é abastecer o carro quando ele chegar à marca de ¼ do tanque todo, fazendo com que ele esteja sempre em um nível adequado e o carro continue rodando sem falhas. 

Conheça como funciona o Rodízio de Pneus!

Você já fez o rodízio de pneus alguma vez no seu carro? Ou sabe quais são os benefícios e as desvantagens dessa prática? Confira no post de hoje todas as dicas que separamos!

O rodízio dos pneus parece ser algo super fácil e simples, pois afinal é apenas inverter a ordem dos pneus, não é mesmo? Mas não! Esta prática envolve diversas análises de peso, condições do veículo, tipos de pneus utilizados e locais que o veículo transita. Fazer o rodízio do pneu do seu carro é uma das formas de revezar o posicionamento e proporcionar o desgaste uniforme dos pneus e todas as peças que compõem o sistema de rodagem.

Muitos especialistas julgam o rodízio de pneus como algo desnecessário ou até mesmo não eficaz, mas a alternância desse componente permite o aumento da vida útil dos acessórios, aumentando assim o tempo de manutenção. Mas é importante lembrar que mesmo com o rodízio é necessário realizar a revisão do veículo com periodicidade, a fim de evitar possíveis prejuízos futuros e acidentes, é na revisão que as possíveis falhas são detectadas e corrigidas.

Mas, e o estepe? Quando falamos em rodízio dos pneus, muitos o esquecem, o ideal é que entre na mesma sequência utilizada nos pneus que estão em uso normalmente, não apenas servindo como um pneu auxiliar, mas sim como um componente do sistema de rodagem. Ninguém quer passar por uma situação de emergência e se deparar com o estepe em péssimas condições, não é mesmo? Por isso, mantenha este pneu sempre bem cuidado, como os outros utilizados pelo carro.

Agora que você já sabe alguns dos benefícios do rodízio dos pneus, confira como ele funciona, separamos dois tipos de rodízio para te ajudar na hora de fazer a troca no seu carro, mas lembre-se sempre de procurar um especialista na área para lhe auxiliar. É importante saber também que este procedimento é utilizado em carros que possuem tração traseira, para tração dianteira ou carros 4×4 a troca é diferente.

Rodízio Simples

O primeiro modelo de rodízio é aquele em que os pneus são trocados apenas em duplas, onde os dianteiros vão para a parte traseira, já que os dianteiros na maioria das vezes possuem um desgaste menor em relação aos outros. Assim, os pneus menos desgastados são colocados para a parte que necessita de maior tração. Na compra dos pneus, se for feito apenas a compra de dois, o que não é indicado, o ideal é sempre colocar na parte traseira, e jogar os de trás para frente, mantendo assim os pneus novos onde há mais desgaste.

Rodízio em X

Neste modelo segue o mesmo princípio do rodízio simples, mas junto com a troca para a parte dianteira é feita a troca de lados, então se coloca os traseiros na frente e o direito na esquerda, respectivamente. É importante sempre verificar a tração do veículo, pois a partir dela que o rodízio será executado de forma segura.

O estepe deve sempre entrar no eixo dianteiro, e de preferência no lado direito, garantindo assim que ele não estrague por falta de uso ou má condição, além disso, é necessário que o rodízio seja feito dentro da regularidade e do prazo indicado que é de 5.000km até 10.000km.

E agora? Fazer ou não fazer o rodízio? Consulte o seu mecânico de confiança e saiba qual é o melhor para o seu veículo, saber analisar a condição dos pneus que está utilizando também é recomendado, pneus muitos desgastados não servem para fazer esta troca, o ideal é trocar os 4 pneus por novos e manter o seu carro rodando com segurança.