Tipos de Faróis: você conhece suas funcionalidades?

Com imensas opções disponíveis no mercado, muitas vezes o condutor opta por determinado farol devido ao seu design, sem conhecer muito bem para que tipo de condição ele é indicado ou qual a sua funcionalidade. Você conhece as opções de faróis disponíveis no mercado automotivo? Confira no nosso post de hoje!

Os veículos atuais contam com três tipos comuns de faróis, sendo eles os convencionais, de neblina e de milha.

Faróis Convencionais

Também chamados de faróis principais, são aqueles mais utilizados no veículo e ligados pelo condutor em diversas situações. Este modelo possui duas intensidades: farol baixo e farol alto.

O farol baixo possui sua usabilidade no cotidiano do motorista, sendo seu uso obrigatório no período da noite, ou em passagens que possuem pouca iluminação, como túneis. Além disso, se torna obrigatório seu uso em rodovias.

Já o farol alto, possui uma iluminação mais intensa e potente, o qual ilumina um trecho maior na frente do carro. Seu uso deve ser feito apenas quando não possui veículos próximos, pois devido a sua intensidade pode causar desfoque na visão do outro motorista. Para dias onde há a presença de neblina, seu uso não é recomendado, já que pode ofuscar a visão do condutor que transita na pista contrária.

Faróis de Neblina

Nem todos os carros possuem este tipo de farol, ele fica localizado abaixo do para-choque e seu próprio nome determina seu uso. Para dias com neblina ou chuvas em grande intensidade seu uso é de extrema importância, pois conta com uma iluminação mais larga e no sentido contrário ao farol convencional, sendo de baixo para cima. Seu uso deve ser feito em acordo com o farol baixo.

Faróis de Milha

Veículos projetados para trajetos off-road normalmente contam com este tipo de farol, já que sua utilização é bem restrita. Como possui uma iluminação muito potente, podendo iluminar até 20 metros de distância, os faróis de milha devem ser usados apenas em locais com iluminação muito baixa, sendo descartado em cidades, onde há o fluxo contrário de veículos. O mau uso dessa ferramenta pode causar multas ao condutor.

Além de saber as funcionalidades de cada tipo de farol, é necessário saber se os do seu carro estão desempenhando suas atividades corretamente! Para isso, realize o teste de luzes no seu carro e dirija com segurança!

5 maus costumes para você eliminar na sua direção

Conforme vamos pegando prática na direção, nossa segurança aumenta e acabamos criando alguns vícios que podem ser prejudiciais ao carro, a você e ao seu bolso, pois geram multas. Confira a lista abaixo e selecione aqueles em que você precisa melhorar.

– Descansar a mão no câmbio

Com o vai e vem de todos os dias, às vezes nos flagramos com a mão apoiada no câmbio. Isso é errado porque acaba forçando, graças ao peso da mão, uma peça chamada trambulador, que fica entre o câmbio e a alavanca. Essa peça é a responsável pelo engate das marchas, por isso alguns câmbios apresentam problemas nesse ponto.

– Descansar o pé na embreagem

Esse mau hábito é bem semelhante ao anterior, mas causa danos aos discos, ao rolamento e às molas do sistema de embreagem, podendo pesar no bolso do proprietário na hora da substituição ou do reparo. Evite andar com o pé na embreagem com o carro em movimento, utilize-a apenas na hora da troca de marcha.

– Dirigir com apenas uma das mãos

O seu carro não vai sentir tanto esse mau hábito, mas o seu bolso sim. No Código de Trânsito atual, dirigir com penas uma das mãos no volante gera multa e mais quatro pontos na habilitação. Além disso, a habilidade de manobrar o carro fica reduzida, podendo não ser suficiente em um momento que requeira reflexos rápidos. Policie-se quanto a isso!

– Andar com o carro desalinhado

Na correria do dia a dia, o alinhamento do carro acaba ficando esquecido ou para depois. Cuidado!  Além de diminuir a vida útil dos pneus, um carro desalinhado requer muito mais força para manobras e também exige mais de algumas peças do automóvel, diminuindo sua vida útil. Agende uma avaliação com o seu mecânico.

– Não fazer a troca do óleo

Esse hábito diminui a vida útil do motor, já que o óleo é um componente fundamental no seu funcionamento. Fique atento à quilometragem ou a data da troca e agende a sua. Pequenos cuidados irão poupar muita dor de cabeça. Gostou das dicas? Temos uma bônus: se você é daqueles que espera até o último minuto para abastecer, com o carro já na reserva, saiba que isso provoca uma série de malefícios a diversos componentes do veículo. Abasteça seu carro antes de chegar à marca limite

O que preciso saber antes de comprar meu primeiro carro?

          Conseguir o carro próprio é o sonho de muitas pessoas. Aproveitar da liberdade que essa compra traz ao dia a dia é um dos principais motivos que leva muita gente a buscar as melhores condições para fechar um negócio. Esse é o seu caso? Você sabe como escolher o melhor veículo? Como usar o dinheiro de forma consciente? Preparamos um guia rápido para você tirar as principais dúvidas antes de poder pegar as chaves do seu carro.

– Carro Novo x Seminovo

Antes de qualquer coisa, é importante verificar qual das opções acima melhor se encaixa no seu orçamento e quanto você pretende gastar. Um carro novo não irá precisar de manutenção tão cedo, além de apresentar problemas com menos frequência. Já o seminovo tem a sua principal vantagem no valor, que é mais baixo. Se você fizer uma boa pesquisa e encontrar uma revendedora de confiança, ele pode ser um ótimo negócio. Não esqueça de verificar o histórico de revisões do carro, a sua quilometragem (que, preferencialmente, deve estar abaixo dos 100 mil quilômetros rodados), os pneus, a lataria e o motor. Tenha alguém de confiança para avaliar o carro.

– Dinheiro

Um carro, seja ele novo ou seminovo, não é nem de perto um dos itens mais baratos disponíveis no mercado. Por isso, organize seu orçamento. Decida se você irá fazer um financiamento ou se quer pagar o carro a vista. Se você optar pela última opção, abra uma conta apenas para depositar o dinheiro do carro e separe mensalmente uma quantia para isso. Além do mais, não esqueça que o carro irá precisar de gasolina e, futuramente, de manutenções. É sempre importante garantir um dinheiro reserva para esses elementos e responsabilidades que sempre vem junto com o carro. Se você optar pelo financiamento, escolha algo que caiba em sua renda mensal, evite dívidas e procure um que se encaixe bem com o seu caso.

– Documentação

Outro item muito importante antes de fechar o negócio é verificar a documentação do veículo.  Muitos preços podem ser atrativos, mas, na realidade, eles podem vir acompanhados de algumas surpresas não muito agradáveis: financiamento atrasado, multas em aberto ou IPVA vencido. Fale com o seu despachante ou consulte você mesmo pela internet através do número do Renavan em que condições a documentação do carro se encontra.

– Pense bem no modelo

Carros esportivos ou caminhonetes são o sonho de muita garagem por aí, mas você realmente precisa de um carro desse agora? Faça uma análise de quais são as suas necessidades diárias antes de avaliar a compra. Para uma primeira experiência, uma boa escolha são os carros pequenos e com direção hidráulica. Eles requerem menos manutenção, são, na maioria dos casos, mais econômicos e com um preço de mercado mais acessível. Não é cheio de dívidas que você vai conseguir o carro dos seus sonhos um dia, não é mesmo? Pense bem.

O carro sujou? Saiba como lavá-lo sem ter problemas!

Com que frequência você lava o seu carro? Além de trazer maior conforto aos que transitam dentro dele, a higienização do veículo é uma forma de manter sua pintura sempre bem cuidada e conservar todos seus componentes.

Para aqueles que desejam começar esta tarefa em casa, algumas dicas podem fazer a diferença, então confira alguns passos para tornar esta atividade mais segura e facilitada.

1 – Para começar escolha um local aberto, e sem muita incidência do sol, já que a alta temperatura pode ocasionar a secagem do sabão sobre o carro e proporcionar manchas na pintura. O início da limpeza pode ser feito pela parte interna do veículo, pois se feita após a lavagem externa pode levar a sujeira de dentro para a parte que já se encontra limpa.

2 – Quais materiais usar? Esta é a sua dúvida? O ideal é fazer o uso de produtos próprio para a lavagem automotiva, os quais você encontra aqui na Disk Peças, como shampoo para carros e esponjas próprias. Nesta etapa é imprescindível verificar o tipo de produto utilizado, a fim de evitar problemas na pintura. Para a parte interna nada como uma boa limpeza com o aspirador de pó e o uso de produtos para dar brilho ao painel e demais componentes.

3 – Depois de separados todos os produtos, uma das formas mais fáceis de começar é retirando os tapetes, já que sua limpeza também deve ser feita com sabão e enxague com água. Para facilitar lave eles primeiro, assim já vão secando enquanto você lava o restante do veículo. Após este passo, aspire a parte interna e a limpe suas superfícies. Para o painel utilize um pano macio e úmido, mas cuidado para não arranhar, a mesma dica utilize para o volante. No mercado automotivo existem diversos produtos para dar brilho a esta parte do carro, mas evite passar no volante, já que podem deixar ele escorregadio na hora de dirigir.

4 – Chegamos então à parte externa do veículo. O melhor é começar pela parte superior, e lembre-se de deixar os vidros fechados. Divida este processo em etapas, ensaboando e enxaguando cada parte de uma vez, evitando assim que o produto seque na lataria.

5 – Para o enxágue de todo o veículo não utilize a mangueira, o uso do balde nesta tarefa pode ser responsável pela economia de cerca de 400 litros de água! A secagem pode ser feita com um pano macio, ou até mesmo ao ar livre, deixando o veículo secar naturalmente.

Agora que você já tem as melhores dicas para deixar o seu veículo brilhando não tem mais desculpa para não lavá-lo! Para garantir maior qualidade neste processo passe aqui na Disk Peças e garanta os melhores produtos!

O que fazer em seu carro antes da chegada do verão

Assim como toda troca de estação, no verão o carro precisa de algumas manutenções para poder rodar os próximos meses tranquilamente. Além de ser a estação mais quente do ano, ela geralmente vem acompanhada de viagens mais longas, seja para a praia ou para o interior. Quer saber como deixar seu carro preparado para conseguir curtir essa estação sem preocupações? Confira as nossas dicas:

– Calibragem dos pneus

Esse é um elemento que varia de acordo com a temperatura em que é exposto. Nos dias mais quentes, o ar dentro do pneu expande, podendo demonstrar uma calibragem não condizente com a verdadeira. O ideal é calibrar os pneus pela manhã, quando o asfalto não está tão quente e quando você irá conseguir determinar melhor como está cada pneu. Se ele apresentar qualquer sinal da necessidade de uma troca, não hesite, prese pela sua segurança.

– Verifique as borrachas de vedação

Esse elemento pode passar despercebido em uma análise mais superficial, mas ele é importantíssimo para garantir o conforto do motorista e dos passageiros nos dias mais quentes ou então nos dias chuvosos, evitando goteiras e infiltrações. Em locais com grandes amplitudes térmicas, como é o caso da maioria das regiões brasileiras, as borrachas tendem a ressecar mais. Então, antes do verão começar, aproveite para checar esse item.

– Invista em painéis refletores

Seja no estacionamento do trabalho ou na beira da praia, deixar o carro fechado por algumas horas vai fazer o interior virar uma estufa. Além do mais, isso pode danificar elementos plásticos do painel do veículo. Uma opção para reduzir essas consequências são os painéis refletores. Feitos de papelão e papel alumínio, eles conseguem refletir alguns dos raios solares, diminuindo a ação deles no interior do veículo.

– Manutenção do ar-condicionado

Essa dica parece bem óbvia, não é mesmo? Porém, quando o ar-condicionado do carro está funcionando perfeitamente, muitas pessoas acabam esquecendo-se de fazer a troca do filtro, comprometendo a qualidade do ar no interior do veículo. Por isso, leve seu carro para uma checagem desse item mesmo se estiver tudo aparentemente funcionando e garanta a saúde do motorista e dos passageiros.

– Sistema de refrigeração Com o calor, o sistema de refrigeração do motor é posto a prova e, se não estiver em dia, irá sobreaquecer e pesar no seu bolso. Algumas semanas antes do início do verão, faça uma revisão, verifique os níveis dos fluídos do radiador e faça uma limpeza se existir resíduos de óleo. Essas medidas simples irão possibilitar um aproveitamento melhor do seu verão e evitar gastos elevados que podem acabar com as tão sonhadas férias.

Você sabe qual a diferença entre direção elétrica, hidráulica e mecânica?

          Para alguns, manobrar um carro é uma tarefa simples. Já para outros, nem tanto. Seja por questão de habilidade ou receio, a facilidade na hora da manobra pode mudar de acordo com o tipo de direção do seu carro. Hoje no mercado existem três opções principais: a elétrica, a hidráulica e a mecânica. Quais são as diferenças? Quais são as vantagens e desvantagens de cada uma?  Separamos algumas informações para facilitar a sua escolha:

– Direção Mecânica

Esse é o primeiro recurso disponibilizado no mercado, surgindo nos anos 1894. Claro que nos últimos anos ele melhorou e muito, mas o princípio é o mesmo: ele não tem nenhum recurso que ajude ou facilite na hora de manobrar. O primeiro componente do sistema de direção mecânica é o volante, que basicamente permite ao motorista movimentar as rodas. Esse movimento será levado à caixa de direção por meio da coluna de direção. Há ainda as barras de direção, que interligam a caixa de direção às rodas.

Esse tipo de direção não é recomendado se o motorista procura um conforto maior na hora de direção, já que o movimento do volante e das rodas será definido pela força física do condutor. Já se o proprietário do automóvel procura economia, a direção mecânica é a com menor custo de manutenção do mercado, já que não possui nenhum componente eletrônico e nem requer a troca de fluidos.

– Direção hidráulica

          Essa forma de direção também é um pouco mais simples, mas já é melhor que a anterior. Ela surgiu no Brasil na década de 60 e é dotada de uma bomba hidráulica, um reservatório de óleo e uma série de mangueiras que ficam encarregadas pela circulação do fluido. Esse sistema consegue diminuir o esforço do motorista em até 80%, dependendo do veículo, já que parte da força é realizada pela pressão do fluido.

          Hoje, a direção hidráulica é a mais popular nos carros brasileiros, visto a facilidade que ela traz ao motorista. A manutenção é mais frequente que a mecânica, já que o fluido precisa ser verificado com alguma frequência, de acordo com as especificações do manual do proprietário.

– Direção elétrica

          A direção elétrica é a mais moderna do mercado, surgindo na década de 80. O seu funcionamento consiste em um motor elétrico posicionado na barra de direção com sensores que detectam o movimento do volante feito pelo motorista, auxiliando na manobra e na diminuição do esforço. A sua principal diferença em relação à anterior é que ela dispensa a bomba, o óleo e as mangueiras.

          Em relação à manutenção, uma pane no sistema elétrico pode sair um pouco mais cara do que o desejado. Entretanto, a direção continuará funcionando, mas irá demandar mais força por parte do motorista. Esse problema pode ser facilmente evitado com revisões periódicas.

Hatch X Sedan! Qual a diferença?

Chegou a hora de trocar ou comprar um carro para ter maior mobilidade, conforto e liberdade? Este momento requer diversas análises de qual modelo se adaptará para o seu estilo de vida e quais funcionalidades você procura em um automóvel.

Muitos buscam por carros com espaço interno confortável, porta-malas que comporte uma viagem em família e claro, segurança. Dentro desses requisitos é comum achar carros dentro de dois modelos, sendo eles hatch e sedan. Você sabe quais são as diferenças entre essas nomenclaturas? Preste atenção que vamos te explicar agora!

Os dois modelos trazem conforto e segurança ao condutor e passageiros, mas sua principal diferença está no comprimento do veículo. Os sedans são conhecidos por terem sua parte traseira mais alongada, já os hatchs possui sua traseira mais compacta.

Dentro do modelo sedan, existem algumas categorias conforme seu espaço, sendo elas:

Sedan Compacto: neste tipo de veículo a motorização possui menos potência que os demais, tornando seu preço ainda mais acessível.

Sedan Médio: indicado para as famílias que buscam por conforto, o sedan médio pode ser uma ótima opção, pois conta com mais espaço.

Sedan Grande ou Superior: essa categoria é a mais completa dentro das analisadas, onde se encontram veículos de alto desempenho e um conforto sem tamanho.

Para os modelos de carros hatch também existem categorias:

Hatch Compactos: são os carros mais populares, contando com um preço mais baixo e sendo veículos bem econômicos. Além disso, este modelo conta com menor extensão, sendo mais fácil de manobrar e estacionar.

Hatch Esportivo ou Hatch Médio: essa categoria conta com um pouco mais de espaço em relação a anterior, mas sua principal diferença está no motor, sendo ele mais potente.

Hatch Superior: também chamada de Premium, os hatchs superiores oferecem muito conforto e espaço aos passageiros, além disso a maioria deles possui um design mais esportivo.

Agora que você conhece cada modelo, ficou mais fácil escolher aquele que se adequa ao seu dia a dia? Qual deles melhor se encaixa no seu estilo de vida?

Gasolina Comum x Aditivada: qual escolher?

Se você é daquelas pessoas que fica em dúvida na hora de abastecer, esse texto vai tirar algumas das suas dúvidas. A diferença básica entre os dois tipos de gasolina é que a aditivada recebe um pacote de aditivos detergente/dispersante, que mantém limpo todo o sistema de alimentação do combustível, diferente da comum, que não recebe. Mas fique atento: um carro desacostumado a receber aditivos pode apresentar problemas e um carro com maior potência e performance não reage bem à gasolina comum.

          Antes de qualquer coisa, consulte o manual do proprietário para saber qual é o tipo de gasolina recomendado para o motor do seu carro. Lá você vai encontrar não apenas o tipo do combustível, mas também a octanagem recomendada. Se o seu carro tiver uma potência maior, como é o caso de alguns importados, por exemplo, e receber a gasolina comum, o desempenho do motor não será como o esperado.

          Depois disso, defina onde você vai rodar com o seu carro. Se o destino for os grandes centros, onde o ‘anda e para’ é frequente, segundo a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), o mais indicado é a gasolina aditivada. Já se você vai pegar a estrada para distâncias mais longas, a gasolina comum é aceitável.

          Caso você pense em migrar da gasolina comum para a aditivada, faça essa mudança aos poucos. Alguns carros aceitam a mudança bem, já outros podem apresentar problemas por conta dos aditivos. Então, comece com 10% de aditivada e siga aumentando até chegar a 100%.

          Uma outra opção é a gasolina Premium. O seu principal diferencial é a octanagem mais alta que funciona muito bem nos carros mais potentes. Entretanto, ela pode ser usada em todos os carros, já que traz benefícios ao motor, deixando um baixo nível de depósito, maior desempenho e menor impacto ambiental.

          Agora que você já conhece um pouco mais das opções do mercado, estude seu carro e perceba o que ele precisa. Depois disso, procure um posto de confiança, que não venda gasolina adulterada, já que os danos que ela causa no motor podem causar despesas inesperadas e bem altas. Por fim, é só dar a partida e curtir o caminho sem preocupações.

Manutenção do câmbio automático e principais cuidados

Os carros com câmbio automático chegaram ao mercado há algum tempo e já ganharam o coração de muitos motoristas graças às suas facilidades e ao conforto na hora de dirigir. Porém, a troca desse item é uma das mais caras quando se trata de manutenção. Então, confira algumas dicas para evitar esse custo a mais e aumentar a vida útil do seu câmbio:

– Manutenção

Nas condições perfeitas, esse componente do carro tem vida útil de 100.000km. Porém, dependendo das condições da via e dos cuidados na hora de dirigir, pode diminuir para 70.000km. A melhor forma de conseguir melhorar o desempenho do câmbio automático é fazer a manutenção preventiva, para que reparos possam ser feitos e peças danificadas possam ser substituídas.

– Invista em um líquido de arrefecimento de qualidade

O calor em excesso é um dos principais inimigos do câmbio automático. Nesses carros, além de refrigerar o motor, esse líquido mantém a temperatura das transmissões automáticas. Então, se o motor ferver, o câmbio ferve também.

– Quando realizar a troca do óleo?

Muitos profissionais de mecânica indicam que a troca seja feita a cada 30.000 km rodados para lubrificantes minerais, e a cada 50.000 km rodados para lubrificantes sintéticos. O maior risco quando se trata de óleos são as impurezas que podem ficar rodando no sistema e nos filtros, estragando os componentes do carro, inclusive o câmbio automático. Então faça a troca e não economize nesse quesito. O câmbio automático está na lista de desejados de muitas pessoas, porém, ter um mecânico de confiança que conheça esse sistema é fundamental. Se ficar com alguma dúvida ou perceber alguma anormalidade, não pense duas vezes e ligue para ele, assim você evita gastos muito altos e futuras dores de cabeça.

Quais cuidados devo ter ao dirigir no inverno?

A estação mais fria do ano está chegando e, com ela, alguns cuidados ao pegar a estrada devem ser redobrados, seja para uma simples ida ao mercado ou em algum trajeto mais longo. As estradas ficam mais escorregadias, a visibilidade diminui e o carro pode apresentar mais problemas devido às baixas temperaturas.

            Com alguns cuidados simples e atenção redobrada você terá um inverno seguro e mais tranquilo em relação ao seu carro e á sua segurança. Confira algumas dicas:

– Mantenha a revisão do carro em dia

            Detalhes pequenos podem fazer uma grande diferença nos dias frios. Faça um check-up do carro e verifique se os freios, os limpadores, o sistema de ar quente, o desembaçador e os faróis estão funcionando corretamente. Verifique também o óleo e os demais fluídos do carro e se os pneus estão com a calibragem adequada. E claro, não esqueça da manutenção do ar-condicionado.

– Visibilidade

            No inverno, chuvas e neblina são muito comuns. Com elas, a visibilidade do motorista diminui consideravelmente, exigindo uma atenção redobrada. Diminua a velocidade, dobre a distância do veículo da frente e utilize os faróis, em luz baixa, mesmo durante o dia, eles irão facilitar a sua visão da via.  Se precisar parar, procure um local seguro. Como a visibilidade é menor, os outros motoristas podem não enxergar o seu carro e causar um acidente.

– Aquaplanagem e Subviragem

            O acúmulo de água ou o excesso de umidade na via podem deixar a direção mais pesada e perigosa. No caso da subviragem, as manobras em curvas se tornam mais difíceis graças à menor tração da estrada. Nesse caso, diminua sutilmente e devagar a velocidade e pise delicadamente no freio, mantendo seus reflexos ativos. Já em caso de Aquaplanagem, o risco de derrapagem aumenta, então reduza a velocidade ao passar por poças d’água e procure manter os pneus retos, irá ajudar caso o veículo derrape.

– Conforto do motorista

            Dirigir no inverno pode não ser a situação mais agradável de todas, já que as mãos e os pés ficam gelados e os casacos são pesados. Por isso, procure roupas e calçados mais leves e que te mantenham aquecido. Procure também manter uma temperatura agradável dentro do carro, não aquecendo demais o ambiente. Mantenha uma pequena parte da janela aberta, para que o ar possa circular. Assim, você conseguirá manter a atenção e terá reflexos bons em casos de emergência.

– Verifique as condições do tempo antes de sair

            Conferir a previsão do tempo antes de sair de casa pode evitar acidentes e imprevistos desnecessários. Verifique se você conhece a rota e se existem caminhos alternativos caso precise. Saia apenas para realizar o necessário, principalmente no período noturno e ao amanhecer, quando a neblina é mais densa.